Este CANTINHO foi criado para postar meus textos, aqueles que mesmo singelos vêm do âmago do meu ser! Momentos meus de profundas verdades! sinta-se à vontade! Amor, eterno amor
segunda-feira, 2 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Hoje decidi que tudo que eu quiser escrever sobre minha vida, e dos meus filhos, será registrado aqui. Quero a partir de hoje, deixar algo mais consistente, para quando minha filhaneta crescer! Falarei das coisas vividas por nós, com carinho e respeito.
Hoje por exemplo, ela acordou dengosa, tomou mamadeira de nescau e mucilon, no sofá. Depois pediu denguinho, alisei as costas dela, coisa que ela adora, desde minúscula, como sua mamãe Nath, costumava chamá-la, com todo carinho do mundo.Depois pedi para calçar a sandália. Agora, parei para ir ao banheiro limpa-la, por que fez cocô. Ela é um amor. adora viver, Brinca o tempo todo. Tem três coelhos, aliás sua coelhinha deu cria em mais 05, ela está toda feliz.. Neste momento, acabo de ligar o dvd da Dora a Aventureira, ela adora, também o MICKEY.
Ontem o dia foi muito legal, ela dormiu no Comida Caseira, fui buscá-la pela manhã, depois fomos ao Centro Espírita Nosso Lar. Quero muito que ela cresça sendo espírita. Por enquanto, ela adora frequentar. Participa da evangelização, toma o passe sozinha, e adora conviver lá. Depois de lanchar, fomos dar uma voltinha no carro novo do Tio Paulinho e Xandy. Espero que eles sejam muito felizes nessa nova conquista. Decidi qua a partir de hoje, Valentina terá um facebook, onde só será aceito pessoas bem íntimas, daí, suas fotos só serão postadas lá. Não quero ela dividindo mais sua imagem em rede social de modo tão aberto.
sábado, 1 de outubro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Dor
Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão, que papai do céu morava láaaa no céu... e que a morte era só para os outros, ela nunca chegava até as nossas famílias. Claro que ninguém me disse isso, mas de um jeito meio torto de me fazer enxergar a vida, deixaram que eu misturasse, ficção com realidade e acreditasse nisso. Cresci, e com minha ignorância para as coisas realmente importante na vida, via a morte sempre na casa dos outros, e "acreditava", estar acima do bem e do mal, e que ela jamais atingiria os meus. Andava de avião e não via ninguém onde supostamente acreditava ser o céu. Não via lá, papai do céu! Então, várias dúvidas pairavam! Será que tudo que aprendi, era falso?! Ou a realidade era cruel demais para ser vivida! Então a ficção tornava bem mais leve o jeito de viver.
Nádia Magalhães
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